Bahia

O que fazer em Salvador: o melhor acarajé, Igreja do Bonfim e Monte Serrat

Bahia | 04/09/12 | Atualizado em 20/05/18 | Deixe um comentário

Em uma primeira visita, difícil fugir dos clichês. Nessa viagem a Salvador, não podíamos deixar de fazer uma parada pra que minha amiga comesse o primeiro acarajé da sua vida. Pra esse momento de emoção, escolhemos o célebre Acarajé da Dinha, que tem sua barraquinha no Largo de Santana, no Rio Vermelho.

Uma das quituteiras mais famosas da Bahia, Dinha (Lindinalva de Assis) morreu em 2008, aos 56 anos. Mas os filhos dela seguem comandando a barraca e o restaurante Casa da Dinha, que fica em frente ao largo, na Rua João Gomes.

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O restaurante, bem arrumadinho, tem vários pratos tradicionais como mariscada, bobó de camarão, moquecas, sarapatel e filé de peixe. Mas foi na barraquinha mesmo que resolvemos ficar. Esperamos dar 12h e pedimos o primeiro acarajé do dia. Pessoalmente, não sou muito fã, então preferi pedir uns petiscos no bar ao lado, mas Renata aprovou! Achei o acarajé meio pequeno, mas quase tudo que vira produto turístico é assim, né?

Prainha em frente ao Largo de Santana, no Rio Vermelho

Nosso destino seguinte foi a Igreja do Nosso Senhor do Bonfim, que fica afastada do centro. Do Rio Vermelho até lá, o táxi deu quase R$ 40 (ai!), mas como deixar de ir lá?

Construída entre 1746 e 1754 pra abrigar uma imagem do Senhor Bom Jesus do Bonfim trazida de Lisboa, a Igreja do Bonfim tem estilo neo-clássico com fachada em rococó, seguindo o modelo das igrejas portuguesas dos séculos 18 e 19. Apesar de não ser ele o padroeiro da Bahia, a devoção ao Senhor do Bonfim é muito grande por lá. Por isso, a igreja atrai não só turistas, mas também muitos devotos que vão sempre lá pedir e agradecer.

A igreja não é a mais bonita da cidade, mas além de ser a mais famosa, o charme maior fica por conta da quantidade enorme de fitinhas do Senhor do Bonfim, coloridíssimas, amarradas nas grades da igreja. Dizem que você deve amarrar uma lá e fazer três pedidos. Amarrei logo duas pra garantir. ;)

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Em volta da igreja não tem muita coisa pra ver, além de umas lojinhas com produtos turísticos. Pra fazer valer a viagem até essa parte da cidade, você pode ir de lá pra Ribeira, que fica um pouco mais longe do centro, mas na mesma direção.

Outra opção é ir andando até o Monte Serrat, na Ponta de Humaitá. Ele fica na direção oposta, a uns 15 minutos a pé. O caminho é quase uma reta, não é perigoso (ao menos durante o dia) e qualquer um por ali sabe informar a direção.

É lá que fica o Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat (construído em 1742), um pequeno farol (adoro!) e uma igrejinha. A vista pro mar é, como em muitos outros pontos da cidade, muito linda. Junto da igreja tem um restaurante organizadinho, mas não cheguei a comprovar se é bom.


Ao lado do forte, no entanto, tem um pedaço de praia (Praia da Boa Viagem) que, pelo menos aos domingos, vira uma grande farofa. Carros com som ligado e um monte de gente ocupando a areia, aquela coisa. Mas nada que atrapalhe o sossego de deitar na grama por trás do forte e curtir a vista no fim da tarde.

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