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Turismo em Barcelona com pouca grana: roteiro do segundo dia

Espanha | 28/06/18 | Atualizado em 22/07/18 | Deixe um comentário

Quer conhecer Barcelona com pouca grana? Continuando o roteiro que comecei aqui, sugiro um segundo dia tranquilo, incluindo uma manhã no parque, um passeio sem rumo num dos bairros mais gostosos da cidade e uma visita a até três obras de Gaudí. Dá pra pegar metrô em alguns trechos pra economizar tempo e poupar as pernas, e uma dica é terminar o dia numa das regiões mais animadas da cidade pra tomar umas cervejinhas.

Você encontra o roteiro completo que sugiro pra 4 ou 5 dias em Barcelona neste post e o mapinha detalhado deste segundo dia de passeios tá no fim desta página. Preparado?

Leia também:
Turismo em Barcelona: roteiro pra 4 ou 5 dias
Roteiro do primeiro dia em Barcelona

Parc de la Ciutadella

Que tal começar o dia dando uma volta pelo Parc de la Ciutadella? Se você não estiver hospedado ali perto, pegue um metrô até a estação Arc de Triomf e aproveite pra tirar umas fotos da versão barceloneta do Arco do Triunfo, que fica em frente ao parque.

Depois siga pra o Parc de la Ciutadella, que foi o primeiro parque público da cidade, construído pra Exposição Universal de 1888. A parte mais famosinha fica perto de onde você vai entrar: a Cascada Monumental, monumento com um pequeno lago, fonte e esculturas. Outras construções interessantes são o Castillo de los Tres Dragones, as estufas e o prédio do Parlamento da Catalunha.

Mas os prédios em si nem importam tanto, já que o parque é bem gostoso e fica agitadíssimo nos finais de semana. Tem lago com barquinhos, muita gente andando de bike, aqueles tradicionais caras fazendo bolhas gigantes, crianças correndo… Já vi até uma galera fazendo aula de dança no coreto. Ah, lá tem banheiros públicos gratuitos e lugares pra comprar lanches, além de um zoológico.

El Born

Na saída, aproveite pra perambular (e se apaixonar) pelo bairro vizinho El Born, meu preferido na cidade. Esse amor todo, que compartilho com muitos moradores e visitantes, se deve principalmente ao fato de ele ser quase tão charmoso quanto o Bairro Gótico, mas bem menos movimentado.

Sugiro começar com uma passada no Mercado del Born, que fica logo junto do parque. O prédio é bonitão, com arquitetura modernista e estruturas de ferro, como outros mercados da cidade.

O espaço abriga uma exposição de achados arqueológicos, encontrados durante uma renovação em 2002, e também um centro cultural (El Born Centre de Cultura i Memòria) com exposições, além de um restaurante descolado (El 300 del Born) e uma lojinha/livraria ótima pra quem quer comprar umas lembrancinhas diferentes.

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Depois disso, a recomendação é se perder pelas ruazinhas do El Born, estreitas e simpaticíssimas. O bairro tem umas partes mais turísticas, com lojas de souvenir e cheias de gente, e outras bem tranquilas. A graça é reparar nos detalhes da arquitetura, observar as pessoas, fuçar as lojinhas e sentar num bar ou café. Tomei um latte no Café Arroba, bem aconchegante, que aparece na foto abaixo. :)

Não precisa ficar olhando pra o mapa, mas vale a pena incluir na rota o tranquilo Passeig del Born e passar pela linda Basílica de Santa María del Mar, que foi construída em estilo gótico catalão e fica numa pracinha simpática com cafés.

A entrada pra basílica e cripta custa atualmente 5 euros, ou 8 euros incluindo o acesso ao terraço no topo. A dica é aproveitar a entrada gratuita das 9h às 13h e 17h a 20h30 durante a semana, ou de 9h a 14h e 17h a 20h30 aos domingos e feriados litúrgicos.

Casa Battló e La Pedrera

Terminado o rolê pelo El Born, vá subindo as Ramblas a pé ou, caso queira poupar tempo e já tenha percorrido essa rua bem turística, siga até a estação Jaume I (no Bairro Gótico, que sugeri explorar no primeiro dia em Barcelona). De lá, pegue um metrô até a Plaça de Catalunya, a principal praça da cidade.

No começo do século 20, os arredores da praça eram ocupados por hotéis, teatros e bares. Hoje, o que você encontra por lá são lojas de rede como o El Corte Inglés (onde dá pra subir pra ver a vista), o Hard Rock Café e a Apple Store, além de muitos turistas. Pessoalmente não vejo muita graça, mas acho válido dar uma passadinha.

Se estiver com pressa ou cansado e não fizer questão de passar pela Praça Catalunha, pode pegar o metrô direto pra estação Passeig de Gràcia e sair já pertinho da Casa Batlló. Se preferir ir a pé, siga subindo pelo Passeig de Gràcia, a “Champs Elysées” barceloneta, onde ficam várias lojas de grife e duas das obras mais famosas de Gaudí: a Casa Batlló e, mais à frente, La Pedrera (Casa Milà).

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O próximo passo vai depender do seu orçamento: você pode só olhar as duas casas de fora, já que as fachadas são lindas, ou pode entrar em uma delas (ou ambas), sabendo que os valores são salgados. O ingresso pra Casa Batlló custa 23,50 euros e o da Casa Milà 22 euros. Eu já entrei na Batlló e achei bem interessante, mas a Milà só vi um pedacinho pelo vidro da lojinha de presentes – “vista” que registrei na última foto dessas abaixo. :P

Vila de Gràcia

A noite tá caindo e bateu a vontade de tomar umas cervejinhas? Aproveite que está por essas bandas e vá curtir a atmosfera do bairro Vila de Gràcia, ou apenas Gràcia, pra quem quer ficar logo íntimo. Andar por ali dá a sensação de estar numa outra cidade, um pouco menor, mais tranquila e principalmente menos turística.

Em termos de lazer, o coração do bairro é a Plaça del Sol, onde a galera se junta pra curtir a noite. Numa noite de verão, você vai encontrar ali muitos jovens sentados no chão e tomando uma cervejinha (o que não é oficialmente permitido, mas sempre rola).

Escolha entre comprar uma cerveja numa lojinha e ficar por ali mesmo, andar sem rumo ou procurar um bar ou restaurante simpático pra se instalar nos arredores da Plaça de la Vila de Gràcia ou das outras pracinhas do bairro.

Sagrada Família

Pra tornar esse praticamente um “dia temático de Gaudí” é só deixar as cervejinhas pra depois e seguir do Passeig de Gràcia pra Sagrada Família. Dá pra ir andando, mas é uma boa caminhada, então se já estiver tarde outra opção é pegar um metrô até a estação Sagrada Família.

E aí, mais uma vez, entra em jogo aquela escolha orçamentária: você pode ficar uns bons minutos admirando essa lindeza do lado de fora ou entrar pra ver seu interior. Não acho tããão linda assim por dentro e me agonio com a quantidade de gente, mas há quem discorde.

O ingresso custa, hoje, a partir de 15 euros e pode ser comprado online pra evitar filas. No entanto, se você for reservar horário pra Sagrada Família pode ser melhor fazer o roteiro começando por lá, pra não passar o dia se preocupando com a hora marcada.

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