Bahia

Salvador: Dique do Tororó e Farol da Barra

Bahia | 05/09/12 | Atualizado em 21/05/18 | Deixe um comentário

“Eu fui no Tororó, beber água não achei/Achei linda morena que no Tororó deixei…”. Fiquei com essa música na cabeça o dia inteiro depois de parar no Dique do Tororó, em Salvador. Passei de carro pelo lugar, que fica entre os bairros Tororó e Brotas e do ladinho do Fonte Nova, estádio que na época estava sendo reconstruído pra receber a Copa do Mundo. 

Mas voltando ao dique: construído pelos holandeses no século 18 com um espelho d’água de mais de 100 mil m², o local já passou por várias reformas. Em 1998, ganhou novos equipamentos de esporte e lazer, anfiteatro e restaurantes, além de 12 grandes esculturas de orixás de autoria do artista plástico Tati Moreno. O espaço é agradável e, no domingo em que passei por lá, tava cheio de famílias se divertindo.

Pôr do sol no Farol da Barra

A essa altura, no entanto, o dia já tava indo embora. Então corremos pra ver o pôr-do-sol em um dos cartões postais da cidade: o Farol da Barra. Instalado no Forte de Santo Antônio da Barra (a edificação militar mais antiga do Brasil), o farol foi o primeiro da América, construído em 1698. Era com óleo de baleia que os lampiões eram alimentados na época, pra sinalizar pra os navegantes a entrada da baía. Em 1937, ele foi eletrificado. 

Ver o pôr-do-sol no gramado, por trás do farol, já é tradição em Salvador. O pessoal até aplaude quando o sol vai embora, e o que mais tem por lá são casais no maior romance e grupos de amigos fazendo rodas de violão. Ah, e outro ponto tradicional pra ver o sol se pôr é a Praia do Porto da Barra, a 800 metros do farol.

Eu sou apaixonada por faróis, então pesar de a despedida do sol não ter sido das maaais bonitas por causa de uma chuva que chegou intrometida, esse foi um dos meus momentos preferidos da viagem por Salvador. É que recebemos de presente um arco-íris completinho, nascendo no mar, e ficamos um bom tempo lá em cima do farol admirando a imensidão a nosso redor.
Pra subir na torre, basta pagar o ingresso pra o Museu Náutico da Bahia (R$ 10 inteira e R$ 5 meia), que tem um valioso acervo de achados arqueológicos submarinos, uma coleção de instrumentos de navegação e sinalização náutica, maquetes, miniaturas de embarcações e uma mostra permanente relativa à geografia, história, antropologia e cultura da Baía de Todos os Santos, além da vida marítima, militar e administrativa da cidade de Salvador. O museu tem mapas incríveis e objetos curiosos, vale a visita.

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