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Cataratas do Iguaçu: visitando o lado brasileiro

Paraná | 11/01/17 | Atualizado em 23/11/17 | 21 comentários

Quantos dos seus amigos e parentes já foram pra Foz do Iguaçu? O número provavelmente é pequeno comparado a destinos de praia, por exemplo. Mas entre os gringos, a cidade paranaense é só sucesso: de acordo com pesquisa do Ministério do Turismo, Foz está entre as preferidas dos turistas estrangeiros. Eu mesma, confesso, nunca tinha colocado as famosas Cataratas na minha lista de prioridades. Mas acabei indo lá em dezembro de 2016 e vi que elas são mais do que aparece nos cartões postais. Nos próximos posts, vou contar por que você pode curtir também. ;)

Leia também:

Visitando o lado argentino das Cataratas do Iguaçu

O lado brasileiro

Além da tradicional disputa futebolística, Brasil e Argentina também “brigam” por quem tem o pedaço mais bonito desse enorme conjunto de cascatas formadas pelas águas do Rio Iguaçu. Pra não criar suspense (haha) vou dar logo o spoiler: achei o lado dos nossos hermanos mais interessante. Mas isso é assunto pra outro post! Nesse aqui, vou falar da minha visita à versão brazuca da atração, que também arrasa.

Criado em 1939 (um punhado de anos depois de Santos Dumont ter usado sua influência pra conseguir que as terras então pertencentes a um uruguaio fossem declaradas de utilidade pública), o Parque Nacional do Iguaçu tá de parabéns, em primeiro lugar, pela organização. Tudo bonitinho, bem sinalizado, banheiros limpos, funcionários simpáticos e informações traduzidas pra inglês e espanhol, ainda que com erros aqui e ali (parem de economizar com tradução, pelamordedeus). Achei um bom exemplo pra muitas atrações país afora.

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Mas pra não dizer que tudo são flores, podiam colocar mais ônibus pra transportar os visitantes da entrada até as “áreas de interesse” do parque nos períodos de alta temporada… Fui pra lá entre Natal e Ano Novo e, por causa de uns imprevistos no aluguel do carro, só consegui chegar por volta das 10h. Dei de cara com uma fila enooorme – daquelas que você nem consegue entender onde começa e onde termina. Passei quase duas horas esperando, sendo a maior parte sob um sol escaldante. Tá vendo esse povinho todo aí embaixo? Isso era só um pedacinho da fila. Sério.

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Essa parte não foi muito nada divertida, mas quando finalmente conseguimos uma vaga num dos ônibus de primeiro andar bonitinhos, com estampa de animais, ela foi (quase) esquecida. Tem um bocado de dicas mais detalhadas no fim do post, mas vou repetir essas que são bem importantes: use roupas e sapatos confortáveis e leve lanches (tem lá, mas são caros), água e protetor solar.

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O ônibus tem várias paradas, onde você pode descer e depois pegar outro pra continuar: na Trilha do Poço Preto, no Macuco Safari, na Trilha das Cataratas e na Estação Porto Canoas. Eu só explorei a do Macuco Safari (de onde sai o divertido passeio de bote por baixo das quedas d’água), a Trilha das Cataratas (a “parada principal” do passeio, que dá acesso à Garganta do Diabo) e a Porto Canoas, de onde o busão retorna ao início.

Fiz o percurso nessa ordem e recomendo que você faça o mesmo caso resolva ir no passeio do Macuco, que é pago à parte. Assim, fiquei livre pra explorar o resto sem me preocupar tanto com o tempo. Pra ter uma ideia melhor do que eu tou falando, você pode ver o mapa do parque aqui. A seguir, vou falar do que tem em cada parada. :)

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Macuco Safari

Esse passeio custa uma pequena fortuna, mas se você não estiver muito liso, considere um bom investimento viajístico. Apesar de rápido, ele foi o ponto alto da minha visita ao lado brasileiro das cataratas e arrisco que vai ser o da sua também. :)

O negócio começa com uma pequena trilha na mata, primeiro num carro elétrico e depois caminhando por um percurso supertranquilo com tábuas de madeira (mas se você tiver dificuldade de locomoção ou preguiça pode continuar no carrinho), enquanto um guia conta algumas curiosidades sobre a fauna e flora dessa região.

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Passamos por um ou outro lugar bonitinho, mas nada excepcional. Até que aí chega a melhor parte: a plataforma de onde embarcamos em barcos infláveis com capacidade pra umas 20 pessoas cada. Neles, você sobe o rio atravessando o cânion e vai se aproximando da lindeza que são as quedas d’água. Quando digo “se aproximando” é bem próximo mesmo: os barcos passam por baixo dos saltos chamados “Três Mosqueteiros”, e todos os passageiros ficam totalmente encharcados. Melhor jeito de lavar a alma nesse fim de 2016. <3

Lamento dizer que cometi um dos maiores vacilos da minha vida de blogueira nesse dia, porque podia jurar que a GoPro tava carregada, mas PAM, não tava. :( Infelizmente não pude fazer fotos ou vídeos dessa parte porque logicamente não levei minha DSLR pra tomar banho e também não confiei naqueles protetores de celular (que na real acho que até aguentam o tranco). Então fica aqui como registro uma das fotos que eles tiram lá e cobram uma pequena fortuna pra o visitante comprar (valores no final do post). #vivendoeaprendendo Quem me achar na imagem ganha… nada mesmo. :P

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O passeio pode até parecer perigoso, mas apesar de algumas manobras mais radicais (e divertidas), não me senti insegura. Em todo caso, preferi o Macuco à versão argentina da aventura, que é mais barata, porque dizem que do nosso lado o negócio é um pouco menos radical. E concordo com Ricardo Freire, do Viaje na Viagem, quando ele diz que os rolês de buggy nas dunas do Rio Grande do Norte, por exemplo, parecem mais perigosos.

Também existe uma versão “seca” do passeio, mas certamente perde 90% da graça. Por isso, vá preparado! Pra não estragar todos os seus pertences, você pode deixar as coisas num locker (pago). Tem alguns logo na entrada do Macuco (junto à recepção, antes da trilha) e outros na plataforma de onde saem os barcos, onde também existem banheiros/vestiários pra você se trocar depois, se quiser.Essa foto ruim aí embaixo é só pra mostrar como são os armários :P Somando o tempo de trilha, guardar mochilas, esperar nossa vez, fazer o passeio (que dura uns 20 minutos) e trocar de roupas, passamos umas 2h por lá.

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Você pode comprar o ingresso na entrada do parque, na entrada do Macuco ou pela internet, nesse site aqui. Não é preciso comprar com antecedência; na alta temporada tinha vagas suficientes pra todo mundo e só esperamos um ou dois barcos saírem antes do nosso.

A mesma parada do ônibus que dá acesso ao Macuco Safari também é usada pra o Passeio das Bananeiras, onde você pode fazer uma trilha de 1,5 km pela mata a pé ou num carro elétrico e também um passeio de barco, bote a remo ou barco a motor pelo alto do Rio Iguaçu, com a companhia de guias. Esse passeio também é pago à parte e infelizmente não tive tempo de fazer, porque a duração estimada é de 2h30. Quase ninguém tava indo nele quando cheguei, então pareceu uma boa opção pra quem quer fugir de multidões.

Trilha do Poço Preto

Essa outra parada do ônibus panorâmico dá acesso a uma trilha de 9 km que pode ser feita a pé, de bicicleta ou carreta, também com um guia. No final tem um passeio de barco até a Ilha da Taquara, entre outras atrações. A duração média do passeio, que também é pago à parte, é de 4 horas. Ficou pra próxima!

Trilha das Cataratas

Caso você tenha menos de um dia pra explorar esse lado das Cataratas do Iguaçu (o que não recomendo, mas nem sempre se pode ter tudo na vida, né?), vá direto pra parada da Trilha das Cataratas, o ponto principal do passeio. O percurso é curto: cerca de 1,2 km de uma caminhada bem tranquila, com poucas subidas e descidas. Vi muita gente idosa, com problemas de locomoção e com bebês de colo caminhando tranquilamente – o maior desafio, em dezembro, era lidar com o sol.

Pouco a pouco você vai passando por mirantes que oferecem uma visão panorâmica das quedas d’água, que não são nada modestas. Afinal, o nome do Rio Iguaçu, que forma as cataratas, é bem apropriado: em Tupi Guarani, a palavra significa “água grande”. Enorme, no caso!

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No caminho, além de muitos gringos queimados de sol você deve cruzar também com alguns animais, como uns répteis que não sei nomear e vários quatis. Muito simpáticos, esses bichinhos andam no meio da galera e cativam todo mundo (me segurei pra não comprar um de pelúcia pra mim hahah), mas têm dentes bem afiados e podem machucar bastante quem resolver mexer neles ou alimentá-los.

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E aí você chega ao clímax: a passarela que dá acesso à Garganta do Diabo. Com uns 90 metros de altura, ela é bem imponente. Mesmo com muita gente craudeando o espaço, é fácil se esquecer da confusão e entrar num mini transe vendo aquela água toda caindo com um estrondo e sentindo os respingos. A propósito, vale vestir uma capa de chuva nesse momento, a não ser que você queira se refrescar mesmo.

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Não raro, se formam arco-íris nas águas – que eu não consegui fotografar decentemente porque tava abestalhada olhando. E depois, subindo pra um mirante superior, você ainda pode ver a vista por outro ângulo.

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Ah, e nessa mesma parada do ônibus fica também o chiquérrimo Hotel das Cataratas, com localização hipermegaprivilegiada. Imagina poder ver as quedas d’água nos horários em que o parque tá fechado pra visitantes? Isso que é luxo.

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Estação Porto Canoas

Dali seguimos até a estação Porto Canoas, onde fica o restaurante, uma lanchonete e uma loja de souvenires, e de onde sai o ônibus pra voltar à entrada do parque. Ficamos por lá até o horário de fechamento, que na época era 18h30, e enfrentamos mais uns 30 minutos de fila enquanto, exaustos e felizes. ;)

Achei o passeio divertido, as cataratas lindas e o esquema organizado (só podia ter mais ônibus). Prefiro destinos em que posso “interagir” mais com a natureza (tomar banho de cachoeira, por exemplo), mas vale a pena ir lá uma vez na vida. Especialmente, na minha opinião, por causa do lado argentino – aguarde os próximos capítulos!

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Passeio de helicóptero

Entre outras opções aventureiras que eu não experimentei em Foz, uma das mais famosas é o passeio de helicóptero. Encontrei duas opções: um voo de 10 minutos sobre o Parque Nacional e Cataratas do Iguaçu, por R$ 430 por pessoa, e outro de 30 minutos sobre a Usina de Itaipu, Ponte da Amizade, Marco das Três Fronteiras, Ponte Tancredo Neves, Parque Nacional e Cataratas do Iguaçu, por R$ 4.460 pra até 4 pessoas, R$ 6.735,00 pra até 6 pessoas ou R$ 7.800,00 pra até 7 pessoas. Os passeios são feitos por ordem de chegada, com embarque e desembarque no heliponto em frente ao Parque das Aves (Avenida das Cataratas, 12.499), perto do Parque Nacional do Iguaçu. Pra mais informações sobre essa atração, ligue pra empresa Helisul: (45) 3529-7474.

Como chegar:

Como estava num grupo de cinco e tínhamos poucos dias pra ver muita coisa, achamos mais cômodo alugar um carro nessa viagem. É bem fácil chegar às cataratas seguindo as placas ou o Waze. Endereço: Rodovia BR 469, km 18. Você também pode contratar um dos muitos transfers oferecidos por agências de turismo na cidade, combinar um valor com um taxista ou ir de ônibus – o que, pelo que dizem, é bem fácil. Veja mais informações sobre o transporte público em Foz nesse post do Viaje na Viagem.

Preços:

Entrada para o parque: R$37,30 para brasileiros (R$ 9 para crianças de 2 a 11 anos e idosos). Moradores de outros países do Mercosul pagam R$ 50,30 e de outros países, R$ 63,30.
Macuco Safari: R$ 215,40 (adultos) e R$ 107,70 (crianças e idosos)
Locker do Macuco Safari: R$ 10
Fotos do Macuco Safari: R$ 25 por uma foto impressa, R$ 50 o CD com todas as fotos do seu passeio, R$ 75 o DVD com vídeo do passeio
Lanches: uma tortinha recheada de queijo custou R$ 10, uma água R$ 5, um sanduíche no quiosque da entrada chegava a R$ 30 e acho que o almoço no restaurante, no esquema de bufê, era R$ uns 60 por pessoa
Estacionamento: existe o do próprio parque, que custa R$ 21. Pagamos R$ 10 por um do outro lado da rodovia

O que levar:

Água
Lanches
Protetor solar
Roupas leves
Sapatos confortáveis
Repelente (não senti necessidade, mas não custa prevenir)
Capas de chuva (à venda por cerca de R$ 10 perto da entrada; importante pra quem não quiser se molhar na Garganta do Diabo)
Protetor para celular à prova d’água (à venda por cerca de R$ 15 perto da entrada; bom pra tirar fotos pra bombar no Insta haha)

Se você for no Macuco Safari, acrescente:
Roupas que sequem rápido
Toalha (levei daquelas de natação, que ocupam pouco espaço)
Biquíni ou sunga pra usar por baixo
Uma muda extra de roupa, caso queira trocar
Chinelo, se quiser (mas também dá pra ir descalço e recolocar o sapato depois)
Câmera à prova d’água, se tiver
Óculos de natação, se tiver (parece ridículo, mas achei uma boa ideia: não consegui abrir os olhos quando estávamos debaixo das quedas d’água e teria sido legal ver direitinho aquele mundão de água caindo sobre mim :P)

Outras dicas:

Evite filas. Você pode comprar os ingressos online pra não ter que ficar na fila dos guichês de compra de ingresso. Ainda assim, é preciso retirar os bilhetes quando chegar lá, mas num outro guichê próprio pra isso, que acredito que normalmente fica mais livre. Meu grupo se dividiu pra ficar na fila de entrada e comprar os bilhetes e essa parte da compra durou uns 20 minutos.

Chegue cedo. Especialmente em alta temporada, podem se formar filas bem extensas na entrada, à espera de subir nos ônibus pra acessar o parque. Eu só consegui chegar umas 10h, e passei umas 2h na fila. Quanto mais cedo você puder chegar, melhor, até pra aproveitar o dia com calma.

Cuidado com os quatis. Eles são fofuxos e tão acostumados à presença dos visitantes, mas podem atacar procurando comida. No parque, tanto no lado brasileiro quanto no argentino, você vai ver placas alertando sobre o risco de mordidas e arranhões (com direito a fotos sangrentas). E ainda mais fácil do que esses acidentes, que podem transmitir doenças como raiva, é eles roubarem sua comida ou outros objetos (dei bobeira por um segundo e sumiram com meus alfajores no lado argentino).

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Atenção:

As informações práticas, horários e valores informados no post são referentes ao mês de dezembro de 2016 e podem mudar a qualquer momento. Antes de viajar, por favor confirme as informações no site do Parque Nacional do Iguaçu e no Guia do Visitante do ICMBio. O Janelas Abertas não se responsabiliza por mudanças nas atrações após a data em que foi feita a visita. Se alguma coisa mudar e você puder vir contar aqui nos comentários pra eu atualizar o post, agradeço muito! Boa viagem. \o/

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21 Comentários

  1. André Ribeiro

    Muito legal seu blog Luisa.. Cheguei até ele pesquisando sobre “couchsurfing” e acabei achando tantas coisas legais (já favoritei).. Esse post sobre as Cataratas está incrível (obrigado por compartilhar tantas dicas interessantes).

    Falando nisso, tenho visto tantos filmes pernambucanos, que tá dando até vontade de visitar o Recife qualquer dia desses.. quem sabe a gente se vê por aí.. kk..

  2. RFK

    Amei o post, Luísa, e com certeza entrou na minha lista. Obrigada pelas dicas pra quem tem dificuldade de caminhar. Informação crucial e que nem sempre blogueiros de viagem se lembram de incluir. Abraços

  3. Paula

    Excelente post, ótimas dicas.
    Você recomenda os passeios para crianças? Quero muito ir, mas estou numa dúvida cruel porque acho que minha filha de 2 anos não aproveitaria a viagem…

    • Oi, Paula! Acho que aproveitar mesmo ela não vai, porque não vi muita coisa pra crianças fazerem – ela deve curtir o Parque da Aves, porque você vê os pássaros passando ao seu redor, borboletas e tal :) Mas também não acho que, fora da estação de maior calor (como agora), seja um lugar ruim pra levar crianças. O hotel onde fiquei tava cheio delas (ele é conjugado com um parque aquático e tem recreadores) e o Parque Nacional também…

  4. Gustavo Woltmann

    Esse é um destino que desejo visitar em breve, parece ser muito lindo o lugar, uma obra prima da natureza.

    • É lindo mesmo, Gustavo! E o lado argentino mais ainda, na minha opinião :) Vai ter post sobre ele em breve, fica ligado! Um abraço

  5. tereza cristina almeida de oliveira

    Amei as dicas e como pretendo ir a foz agora em julho/2017. Vc acha que encontraremos bastante volumes de água?
    Ira eu e mais dois idosos.
    Abraços
    tekaoliveira

    • Oi, Tereza! Fui no verão, então não sei te dizer por experiência própria, mas em geral no inverno o volume de águas é menor. Ainda assim, deve valer muito a pena :) Há quem diga que com o volume d’água um pouco menor fica até mais bonito, porque quando ele tá muito grande fica uma “nuvem” d’água. Boa viagem pra vocês :D Um abraço!

  6. Luana

    Tenho amigos que vão vir da Alemanha e estamos pensando em ir pra la mes que vem (Junho). Sera que é muito frio? Para eles passarem pro lado argentino só vão precisar apresentar o passaporte tambem?

    Beijão!

    • Oi, Luana! É bom eles conferirem junto aos órgãos oficiais quais são as exigências pra entrada de alemães na Argentina. A média mensal de temperatura por lá em junho é de 10 a 23 graus, mas essa mínima deve ser só de madrugada :) Um abraço!

  7. Débora

    Luiza, adorei as dicas! Tu achas que 4 dias são suficientes? Pensei em fazer assim: Dia 1 – City tour da cidade (marco das três fronteiras, mesquita, templo budista) caso chegue no começo da tarde; Dia 2 – Parque das aves e lado brasileiro, com macuco safari; Dia 3 – Lado Argentino e Dia 4 – Itaipu Binacional. Tu acha que é de boa? Outra coisa: tu podes recomendar hotel e locadora de veículo? Tem post sobre isso? Obrigada!

    • É de boa sim, Débora! :) O hotel onde eu fiquei eu não recomendaria muito, a não ser que você vá em família com crianças, porque esse era mais o perfil dele… Se for o caso, me diz, que procuro o nome. Sobre locadora eu recomendo comparar os preços com as maiores, tipo Avis e Hertz (uma opção é usar um site como o Rentcars: https://www.rentcars.com/pt-br/?requestorid=386) e reservar antes. Eu não fiz reserva com antecedência e como era alta temporada só encontrei um carro disponível numa locadora pequenina lá cujo nome eu não lembro hehe.

  8. Olá !! adorei as dicas, e fiquei muito curiosa para ler sobre o lado argentino, mas não encontrei aqui no blog !

  9. Debora

    Adorei o post, mto bacana. Fui no lado brasileiro no mesmo dia que vc. Tbm sofri com a fila imeeensa na volta no horario de fechamento do parque. E como tava calor ne? Se molhar era uma delícia. Final do ano vou pra la de novo, dessa vez vou conhecer o lado argentino. Realmente as Cataratas sao muito mais lindas do que parecem pela tv. Amei.

  10. Diego Queiroz

    Parabéns pelo blog! Muito bem escrito e com informações bastante úteis! Irei para Foz amanhã e tentarei contribuir com a atualização dos dados no que for possível.

    • Oi, Diego! Muito obrigada pelo feedback, fico feliz que o post tenha sido útil! E se puder, me conta mesmo o que mudou desde que fui lá! :) Um abraço e boa viagem!

  11. Tatiana

    Amei Foz do Iguaçu, super lindo mesmo.
    As cataratas dos 2 lados, compras no Paraguai, Itaipu, Marcos 3 fronteiras, feirinha etc, Tudo maravilhoso. Também peguei um motorista que me levou pra todos os lugares, me deu muitas dicas e ele é super pontual e prestativo. Preciso indicar ele pra vcs. Marcos Aurélio – (45) 99124-3045

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